Como mero mortal e indigno do poder de promover e ter conhecimento sobre a justiça, usaria as palavras de Raul Seixas para responder a tal pergunta, feita pela mais nova parceira, a Bia. "Faça o que quiseres pois é tudo da lei". Assim com tantas outras questões referente não só ao amor, como na guerra, como sobre o aborto ou a legalização da maconha, este também é um assunto complicado, em termos. Primeiro que se queremos esquecer um amor antigo, é porque, na maioria das vezes ainda o queremos, mas que por uma série de motivos particulares não podemos ter mais. Contudo, não sabemos em que momento estamos aptos a amar outra pessoa livre das influências da antiga paixão. Não dormimos chorando de saudade de alguém e acordamos no dia seguinte dizendo: não amo mais fulano. No entanto, em certos momentos não suportamos a dor e usamos este artifício e vamos em busca de uma sintonia, e quando a encontramos, ficamos, e depois de um certo tempo vemos que não é exatamente como esperávamos que fosse, e nesse momento machucamos aquele, ou aquela, que veio para substituir quem realmente gostamos, mas como estamos falando de coração não há como sermos lógicos e racionais nesse momento. Nós paramos, pensamos e quando olhamos pra o nosso interior só vemos dor e logo queremos que ela pare e suma. Agimos inconscientemente e uma série de novos problemas surgem, ou não. O que precisamos entender com toda essa loucura é que de certa forma esta é uma ordem natural do nosso sistema de relacionamentos. Não podemos deixar de lembrar que uma parte de nós é ainda animal e age como tal. Instintivamente queremos as coisas sem pensar nas conseqüências e no que o outro quer. O que não podemos também é ignorar a capacidade de ferir que temos, e que o outro se feri como somos feridos.
Como mero mortal e indigno do poder de promover e ter conhecimento sobre a justiça, usaria as palavras de Raul Seixas para responder a tal pergunta, feita pela mais nova parceira, a Bia. "Faça o que quiseres pois é tudo da lei". Assim com tantas outras questões referente não só ao amor, como na guerra, como sobre o aborto ou a legalização da maconha, este também é um assunto complicado, em termos. Primeiro que se queremos esquecer um amor antigo, é porque, na maioria das vezes ainda o queremos, mas que por uma série de motivos particulares não podemos ter mais. Contudo, não sabemos em que momento estamos aptos a amar outra pessoa livre das influências da antiga paixão. Não dormimos chorando de saudade de alguém e acordamos no dia seguinte dizendo: não amo mais fulano. No entanto, em certos momentos não suportamos a dor e usamos este artifício e vamos em busca de uma sintonia, e quando a encontramos, ficamos, e depois de um certo tempo vemos que não é exatamente como esperávamos que fosse, e nesse momento machucamos aquele, ou aquela, que veio para substituir quem realmente gostamos, mas como estamos falando de coração não há como sermos lógicos e racionais nesse momento. Nós paramos, pensamos e quando olhamos pra o nosso interior só vemos dor e logo queremos que ela pare e suma. Agimos inconscientemente e uma série de novos problemas surgem, ou não. O que precisamos entender com toda essa loucura é que de certa forma esta é uma ordem natural do nosso sistema de relacionamentos. Não podemos deixar de lembrar que uma parte de nós é ainda animal e age como tal. Instintivamente queremos as coisas sem pensar nas conseqüências e no que o outro quer. O que não podemos também é ignorar a capacidade de ferir que temos, e que o outro se feri como somos feridos.
Ferida que dói e não se sente?! Tá de sacanagem né. É pegadinha do malandro?! O troço dói, você sente falta de ar, o coração palpita, você tem arritmia. Tá loucoooo?! Outra coisa. "Amor é um sentimento que dar sem esperar nada em troca"...tá loucoooooo?! Mentira! Todo mundo quer ser amado. Quanta loucura o povo fala pra dizer que é sofisticado. Cascata pura.
Mais uma coisa...o que vale é a beleza interior. Porra nenhuma rapá. Quem foi o drogado que disse esta merda?! por acaso você alguém dizendo que acha lindo o fígado dos outros?! Ou que acha simpático o pulmão cheio de nicotina de alguém?! Fala sério. Quero nem me estressar. ¬¬
Continuando a saga "O amor é uma viagem". É tão lindo quando pensamos no amor e suspiramos rezando para que aquele momento lindo perdure por toda a nossa linda e miserável vida. Somos humanos, ual, que droga, somos também irracionais e Leonard Nimoy concordaria comigo, somos ilógicos. Queremos amores eternos e não os cultivamos, ficamos traumatizados a tal ponto que desconsideramos toda e qualquer tentativa de acreditar veemente-mente nas "verdades" que nosso parceiro ou parceira nos relata. Hakuna matata. Somos também incrédulos por natureza, e, indubitavelmente, isso nos faz mau. Não aconselho cair de cabeça nas relações, mas se é pra entrar em um relacionamento cheio de inseguranças nem vá. Você não precisa se imaginar casando com a pessoa, expectativas demais pode lhe frustrar, se permitir seria um termo melhor. Lembre-se, só se aprende a viver vivendo. Daí voltamos a nossa primeira questão, fazer durar algo na matéria do amor exigi-se "presentismo", dotado de moderação, queira estar com quem te faz bem e faça durar sendo humilde em reconhecer nos pontos em que errar, uma regra que vale tanto para ele quanto para ela. Atentem para uma coisinha básica. As relações humanas estão se esfacelando, a mediocridade ronda nossas casas e estamos suscetíveis às desgraças da vida. O segredo é compreender, fazer-se compreendido, ser sincero consigo mesmo, e se permitir a coisas reais, verdadeiras e sólidas.
OBS: Se alguém vier com discursos marxista vou mandar ir para aquele lugar hein.
O século XXI começou bem. Bissexualidade se tornando uma moda, muitos jogadores de futebol pagando altas pensões a suas ex-esposas, as crianças viraram símbolos sexuais e a Bovespa anunciava o aumento de quase 200% na cotação do valor do programa de gostosas universitárias, sem esquecer dos bons frutos da evolução digital, pois as garotas de programa também aceitam Oi pago. Foi também a era das crises de relacionamentos em diversos aspectos. A estabilidade na relação fora comprometida com as temáticas de baixa índole das novelas das oito (que nunca começa oito horas), a competitividade na sociedade baseada em relações monetárias estragando e desgastando a vida a dois. E é ai que surge, ainda no final do século XX, um sacana oportunista de visão. Era o escritor de livros de auto-ajuda. Bastava o cara imprimir em uma folha de oficio que a comunicação entre o casal era a melhor saída, mas não, o cara não era besta e resolveu estudar psicologia comportamental e escrever uma porrada de livros que falam da mesma coisa. Certo ele, o escritor que registra tudo aquilo que já sabemos. Errado somos nós que negamos a opinião do companheiro ou companheira durante o dialogo. É meio que uma relação de poder, tipo, eu sei mais que você e o cara que escreveu o livro é mestre e sabe mais que a gente. Tudo bem! Não espero e nem peço que parem de comprar tais livros, mas o fato é que a alta vendagem deles é devido a nossa falta de compreensão sobre a pessoa que está ao nosso lado. Pensem um pouco antes de agir, juro que não dói e nem causa câncer. Mas Augusto Gury é muito bom!
Sabe quando você está no meio da aula realizando cálculos cabulosos e simplesmente lembra de um beijo singular? Ou quando você sente o cheiro da pessoa que tanto gosta ainda que a quilômetros de distância? Tenho novidades para você então. Um cientista falaria que naquele momento seu corpo produziu substâncias que estimou o desejo por uma sensação maravilhosa já sentida, um psicólogo diria que você estava desconfortável neste determinado momento e que seu subconsciente o levou a um lugar onde houve satisfação particular, e eu como não perco uma resenha diria: Ta amandooo! Ta amandooo! Ta amandooo! Ta amandooo! Ta amandooo!
Brincadeiras a parte uma pergunta se faz necessária: o que fazer com este sentimento? Sua cabeça está confusa, você não sabe o que fazer, o que pensar, só sabe que gosta. O primeiro passo é organizar a bagunça, o segundo seria se permitir e o resto seria conseqüência. Mais ai vocês perguntam: e se as pessoas envolvidas forem diferentes? Use a diferença a seu favor. Use-a como a ferramenta que fará dos seus dias juntos como a promotora de momentos únicos e inesperados (sem querer ser emo). Não se assustem! E de forma alguma comam a maçã...ela é do mau. E por ultimo, se não for masturbação usem camisinha.
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