O século XXI começou bem. Bissexualidade se tornando uma moda, muitos jogadores de futebol pagando altas pensões a suas ex-esposas, as crianças viraram símbolos sexuais e a Bovespa anunciava o aumento de quase 200% na cotação do valor do programa de gostosas universitárias, sem esquecer dos bons frutos da evolução digital, pois as garotas de programa também aceitam Oi pago. Foi também a era das crises de relacionamentos em diversos aspectos. A estabilidade na relação fora comprometida com as temáticas de baixa índole das novelas das oito (que nunca começa oito horas), a competitividade na sociedade baseada em relações monetárias estragando e desgastando a vida a dois. E é ai que surge, ainda no final do século XX, um sacana oportunista de visão. Era o escritor de livros de auto-ajuda. Bastava o cara imprimir em uma folha de oficio que a comunicação entre o casal era a melhor saída, mas não, o cara não era besta e resolveu estudar psicologia comportamental e escrever uma porrada de livros que falam da mesma coisa. Certo ele, o escritor que registra tudo aquilo que já sabemos. Errado somos nós que negamos a opinião do companheiro ou companheira durante o dialogo. É meio que uma relação de poder, tipo, eu sei mais que você e o cara que escreveu o livro é mestre e sabe mais que a gente. Tudo bem! Não espero e nem peço que parem de comprar tais livros, mas o fato é que a alta vendagem deles é devido a nossa falta de compreensão sobre a pessoa que está ao nosso lado. Pensem um pouco antes de agir, juro que não dói e nem causa câncer. Mas Augusto Gury é muito bom!
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