Neste novo século o grande ponto das discussões nos âmbitos da sociedade brasileira, se não a mundial, foi a independência ou valorização do sexo feminino. Sejam quesitos como a chefia do núcleo familiar, posicionamento no mercado de trabalho, a liderança nas relações amorosas e até mesmo o agente principal das libertinagens sexuais. Varias pesquisas indicaram que essa valorização do gênero vem se abrangido cada vez mais. Será?
A base da nossa sociedade é, ainda que disfarçadamente, machista. Comecemos pelo crescimento do índice de mulheres adentrando no mercado de trabalho. A maioria delas ingressam em lojas de departamentos ou em qualquer outra profissão onde sua sensualidade seja objeto de cobiça ou sua vulnerabilidade bastante explicita, lembrando que em nosso país a justiça em relação, dentre outras coisas, ao assedio no ambiente profissional simplesmente não existe. Será que ninguém nunca se perguntou por que as mulheres de lojas de departamento usam calças que desenham seu corpo por completo, até mesmo nas lojas de eltro-domésticos e postos de gasolina. A explicação reside em uma mentalidade machista que a sociedade ainda tem. Se por um lado as mulheres se sentem bem em serem atendidas por quem as compreendem, por outro lado os homens adoram uma gostosa os atendendo. Quem não se lembra de uma mulher bonita e gostosa atendendo com um pequeno grau de burrice?! Quem de vocês, mulheres, perdeu uma vaga de emprego para uma mulher bonita ainda que você mais capacitada que esta? Caso você nunca viu... eu já vi, e confesso ter ficado horrorizado com tal atitude dos avaliadores.
Passe a olhar o mundo de forma analítica. Observem as propagandas, as novelas, os filmes ( que usam muito a bi-sexualidade feminina para vender seu produto para sociedade), web sites, resumindo, tudo a sua volta e se perguntem se há uma valorização de fato.
Prefiro partir do pressuposto de que vemos o que queremos ver e ouvimos o que queremos ouvir, com isso não quero dizer que somos tolos ou burros, mas sim, que somos alienados ou direcionados a um senso comum.
Lembrem-se...Mulher não é produto.
A base da nossa sociedade é, ainda que disfarçadamente, machista. Comecemos pelo crescimento do índice de mulheres adentrando no mercado de trabalho. A maioria delas ingressam em lojas de departamentos ou em qualquer outra profissão onde sua sensualidade seja objeto de cobiça ou sua vulnerabilidade bastante explicita, lembrando que em nosso país a justiça em relação, dentre outras coisas, ao assedio no ambiente profissional simplesmente não existe. Será que ninguém nunca se perguntou por que as mulheres de lojas de departamento usam calças que desenham seu corpo por completo, até mesmo nas lojas de eltro-domésticos e postos de gasolina. A explicação reside em uma mentalidade machista que a sociedade ainda tem. Se por um lado as mulheres se sentem bem em serem atendidas por quem as compreendem, por outro lado os homens adoram uma gostosa os atendendo. Quem não se lembra de uma mulher bonita e gostosa atendendo com um pequeno grau de burrice?! Quem de vocês, mulheres, perdeu uma vaga de emprego para uma mulher bonita ainda que você mais capacitada que esta? Caso você nunca viu... eu já vi, e confesso ter ficado horrorizado com tal atitude dos avaliadores.
Passe a olhar o mundo de forma analítica. Observem as propagandas, as novelas, os filmes ( que usam muito a bi-sexualidade feminina para vender seu produto para sociedade), web sites, resumindo, tudo a sua volta e se perguntem se há uma valorização de fato.
Prefiro partir do pressuposto de que vemos o que queremos ver e ouvimos o que queremos ouvir, com isso não quero dizer que somos tolos ou burros, mas sim, que somos alienados ou direcionados a um senso comum.
Lembrem-se...Mulher não é produto.

2 comentários:
muito bom o poste Gerlan!!eu gostei
=D
Gostei muito do seu texto! É tudo isso mesmo. As mulheres, o sexo feminino, está, a cada dia, mais (des)valorizado. E, como você disse, há quem não veja, não ouça apenas por estarmos entretidos em outras coisas ou situações.
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