Várias culturas tentam explicar não só a mulher, mas os seres humanos em geral, como se houvesse uma formula, uma composição única e invariável de cada ser. Com isso nos rendemos às generalizações, pondo em cada nosso pronunciamento as palavras “toda, tudo e sempre” antes de qualquer coisa, e é justamente isso que ilude, dificulta e frustra o entendimento e as relações entre nós. Devemos analisar cada um de uma forma única e individual quando sozinhos e acompanhados, e coletivamente quando sozinhos e acompanhados também. Trabalhar com hipóteses e possibilidades e nunca com certezas vazias. Pensar no eu em relação ao outro e no outro em relação ao eu. E sempre alertar que o ser é fruto do meio e objeto transformado e transformador do social e que a maioria dos atos giram em torno dos desejos seja sexual ou não. Logo. Tudo é relativo.
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