O amor ainda é uma viagem!!

Certa vez, a pedidos, escrevi pra uma rádio on line alguma coisa sobre o amor onde o titulo era “O amor é uma viajem” . Agora lhes apresento a parte dois do pensamento desenvolvido naquele artigo que fez muita gente rir não sei do que, mas ta valendo.
Pela manhã, enquanto me arrumava para ir trabalhar, vi um daqueles lideres espirituais que sempre passam pela TV falando sobre suas concepções a respeito da sociedade. Pois bem, esse tal religioso budista falou o seguinte: “ antigamente o mundo sofria por se aprisionar ao amor, hoje as pessoas sofrem por ter se libertado dele”, genial. Sei que muitos engraçadinhos esperam que eu conceitue o que é amor, e lhes garanto, não irei fazer isso! A proposta da discussão aqui é entender nossos desejos. É o tipo da coisa, se chove a gente reclama, se faz sol a gente reclama, e chove e faz sol ao mesmo tempo reclamamos também. O problema é que chegamos a um ponto do nosso desenvolvimento social em que somos malaxofóbicos¹, e com esse medo nos tornamos conseqüentemente esquizofrênicos, e por mais que engraçado ou bizarro que isso venha parecer devemos tomar sérios cuidados e não tornar as relações uma espécie de “O Aprendiz”² e sair demitindo todo mundo como se fossem nada. Juro que pensar não doe e nem causa câncer, então sejamos consciente a respeito de que tipo de mundo estamos ajudando a construir e que tipo de retorno iremos esperar desse mundo, e deixemos as coisas bem esclarecidas, não para terceiros, mas para si mesmo.

¹Malaxofobia (do grego malakós = suave, brando e phobía = medo, aversão) ou Sarmassofobia (do latim Sarmatia - Sarmácia, em português - antiga região próxima ao Mar Morto) é o nome que se dá, em Psiquiatria, para a aversão doentia aos jogos amorosos, à sedução. Conceito utilizado para caracterizar o medo de amar.

²O Aprendiz é um reality show produzido atualmente pela Rede Record, que usa o mesmo formato do programa estadunidense The Apprentice, apresentado pelo empresário Donald Trump.

Um homem também chora menina morena!

Esse artigo é em homenagem a todos os meus amigos que hoje choram de amor. Tudo começou a um tempinho atrás quando as mulheres eram submissas, enganadas e até mesmo agredidas. Logo depois veio toda aquela historinha de igualdade sexual e as mulheres começaram a se destacar na sociedade como chefes de famílias, altos cargos em empresas e corporações até conquistar também o posto de dominante nos relacionamentos, o grande “bum” do nosso tema. Enquanto os homens podiam dominar, controlar e várias outras beldades possíveis, isso sob uma concepção masculina não generalizada, agora que as mulheres em sua maioria comandam, pode-se dizer que o índice de vendas de aspirinas e antiácidos aumentou drasticamente. No que se refere à igualdade sexual, onde podemos juntar também o aspecto da liberdade do mesmo, as mulheres também detonam. Elas assumiram a mesma mentalidade medíocre dos homens e estabelecer o mesmo números de parceiros concomitantes, e para a desgraça dos homens a classe masculina não é uma classe unida e menos consciente. Bom! Agora vivam as dores do parto. O que eu, como vários outros homens e mulheres que tem uma prática social diferenciada, pedimos é que mirem bem em quem vocês meninos e meninas ressentidas com suas magoas amorosas iram atirar o veneno.

"Porque somos sempre enganados?"


Sempre quando um casal não anda bem vem um amigo chato e aconselha a ler Homens são de Marte e Mulheres são de Vênus, como se fosse mais um fenômeno da auto-ajuda escrito por Augusto Gury, ou um cd de aprenda espanhol em uma semana. O livro é ótimo, não tiro seu mérito, contudo, ultrapassado. As relações humanas se desenvolveram a tal ponto que somos obrigados a eleger A arte da guerra e O Príncipe de Maquiavel o nosso guia básico de sobrevivência para todas as situações, principalmente na vida a dois. E a palavra é “guia” mesmo. Sobreviver ao desastre de uma relação amorosa acima de tudo é uma questão de honra, e garanto que não vai ser aprendendo a falar venusiano ou marcianês que a coisa vai melhorar. Questões idiomáticas não são mais satisfatórias, uma vez que o corpo se comunica melhor com seus atos falhos e estimulo-respostas. Analisar os sinais será fundamental para a compreensão do processo que será desencadeado.
Esse é o ponto em que muitos acham que me disponho apenas a problematizar, enrolar e não responder a questão proposta, mas é exatamente nesse momento que lhes apresento a “bíblia” das relações táticas, e não pense vocês que o amor ou seja lá o que for não se trata de tática. Sun Tzu em poucas palavras nos ensina que aquele que conhece a si e não conhece o outro, ou seu inverso, tem chances iguais de perder ou ganhar uma batalha, aquele que não se conhece e nem conhece o outro sem dúvidas perderá, e aquele que se faz astuto e se conhece e ao outro também, indubitavelmente vencerá a luta. Vamos partir da idéia de que “vencer” como fora citado anteriormente seja o mesmo que entender, que é uma tarefa difícil de se estabelecer em uma relação. Partindo deste quesito, responda: Até que ponto você se conhece? O quanto você conhece seu parceiro ou sua parceira? Você precisa se entender e entender o outro ,apenas , e a partir de então ver qual o melhor posicionamento que poderá tomar. Não recomendo usar as respostas desses questionamentos como estratégias de batalhas ou de dominação contra o parceiro, mas sim, como auto-defesa. Lembre! Melhor que dinheiro e beleza e o conhecimento sobre a verdadeira natureza das pessoas sem em nenhum momento subestimá-las. posso responder a mais detalhes específicos por e-mail.
desvendandovenus@hotmail.com

Os velhos ditados e seus velhos significados


Certamente muitos, se não todos, já tiveram o “prazer” de escutar aquele velho ditado que diz... “Não faça com os outros aquilo que você não quer que seja feito com você”. Esse ditado pode ser um saco em termos, porém traz uma proposta lógica. A ressalva feita a este axioma se dá apenas para chegar ao que toca, no que diz respeito a lógica dos relacionamentos e a mentalidade que serve de base para encontrar o parceiro ou a parceira ideal. A grosso modo podemos identificar que os estágios que se seguem antes da fase do namoro propriamente dito se assemelha muito com uma simples e dinâmica entrevista de emprego, uma prova disso são os encontros e os diálogos virtuais e presenciais, onde a base da conversa é a profissão, idade, lazer, nome completo e endereço dos envolvidos no que chamam de paquera. Após a fase da eliminação através de entrevista, o candidato ou candidata será ou não aprovado para a segunda etapa, que nada mais é do que a fase da experiência, onde o individuo (tanto homem quanto mulher) só estabelece vinculo empregatício, ou seja, só se torna namorado ou namorada de fato após o terceiro mês de experiência, onde nesse período a pessoa é minuciosamente avaliada para daí então se tornar finalmente o par oficializado.
Vamos a parte “problema” da coisa. Durante a fase teste, o avaliador(a), ou seja, a pessoa que se diz sofrida e que por sempre se dar mau não confia em ninguém facilmente decorrente às traições dos relacionamentos anteriores, reproduz tudo aquilo que lhe serviu de motivo para tanto rigor e amargura no que diz respeito a busca da sua pessoa amada, o individuo digno de sua “confiança”, porém o engraçado é que nesse sentido, o avaliador, a pessoa que tanto foi traída, que busca seu ou sua amada realmente digna de confiança, ao reproduzir tal mentalidade faz dessa pessoa um ser tão indigno de confiança como quem os traiu. Tenho ciência de que este texto é confuso, porém, se este fosse de simples entendimento não faria jus ao significado do que é o relacionamento dos novos tempos. A questão aqui é saber se existe lógica de fato nesse novo sistema, nessa justificativa, porque eu como mero mortal não vejo lógica alguma.

Os opostos se atraem mas nem sempre se conectam

Muitos jovens e adultos, sejam homens ou mulheres, usam de certas bebidas para dar mais ânimo, ou como se diz a grosso modo, dar mais fogo na hora da relação. Fato engraçado é que bebidas causam efeitos diferentes em gêneros diferentes, e até mesmo, em pessoas diferentes. Se por um lado o consumo de vinho, por exemplo, causa aumento do apetite sexual na maioria das mulheres, o mesmo causa a decadência dos homens, o que reforça a teoria de que os opostos podem até se atrair, porém, nem sempre se conectar. Já dizia um velho sábio , “a diferença entre o remédio e o veneno é a dose”, e este estava certo. O modismo por traz de consumo de determinadas substâncias para um melhor desempenho sexual, ao invés de ajudar, só atrapalha e ainda te ajuda na má fama. Sei que as meninas têm boas histórias para contar.

Quem disse que mulher não fala?

As mulheres tem uma forma própria de se comunicarem, isso é fato. Se vão ao banheiro dizem onde vai, quando vai, o que vai fazer, com quem vai fazer e ainda convida a quem estiver por perto, inclusive homens. Esse fenômeno me intrigou e comecei a pensar comigo mesmo, qual a finalidade de se falar tanto? A conclusão que cheguei foi nada mais que distrair. Distrair de coisas importantes como suas fraquezas e anseios, mais precisamente do seu intimo. Então, quando você carinha pensar em dar uma de vidente para conquistar uma mulher, desista, possivelmente ela irá confirmar tudo por dois motivos, ou pra ver até onde vai sua cara de otário, ou porque esta cega e surda e não da à mínima para o que você estiver falando.
A mulher com certeza tem o poder de guardar e administrar informações. A fortaleza que ronda o mundo feminino é tão impermeável quando a falange espartana*, colocando em números, é como se a mulher tivesse para sua capacidade de guardar segredos fosse de 1024 Terabytes e o homem 1 Megabyte.
Assim como em muitas guerras que modelaram o mundo, as brigas se deram em prol de informação, a guerra dos sexos não foi e nem é diferente, ao menos em seus aspectos básicos, o que muda de fato é entre a comunidade masculina e a feminina. As mulheres (algumas, não todas), só compartilham com suas demais as informações menos “importantes” como um paquera nos casos das solteiras e babados envolvendo suas rivais, sem deixar de citar a potência de sua língua ferina que tem o incrível dom de tornar qualquer mentira a maior de todas as verdades, sem falar no poder de difusão das informações, já os homens (não todos) têm o péssimo hábito de falar sobre tudo com todo mundo, o que dispensa maiores comentários e acaba deixando-os vulneráveis nesta guerra sem fim.
Como diria Fernando Collor de Mello “...quem não tem competência não se estabelece.”
* eficaz formação de combate desenvolvida por soldados espartanos

O lesbianismo vende!
















Após o grande sucesso da cena de beijo lésbico novela Laços de Família e sua repetição na novela Senhora do Destino, mostrar mulheres se beijando na televisão brasileira se tornou uma prática comum e que rende bons retornos aos seus produtores. Recentemente, apareceu na RedeTv! um programa com proposta de testar a fidelidade do parceiro ou parceira de quem procura o programa. Os mais famosos foi o do marido que queria saber se sua esposa gosta de mulher e um outro que queria saber se sua esposa gostava de sexo em grupo. O engraçado é que sempre que se mostra uma mulher beijando outra a audiência de onde quer que seja dispara, logo, lesbianismo vende, e muito. Não objetivo eleger culpados, porém, o fato é que essa prática, assim como tantas outras, refletem na sociedade, pois o número de homens que pedem a suas namoradas para trazer a amiga para o meio da relação é simplesmente grandioso, e digo isso com base em pesquisas e entrevistas feita pelo grupo Somos Inocentes, em que cada 10 entrevistadas 9 já teve a oportunidade de ouvir esse pedido do namorado ou marido, dessas 9, 4 atenderam com extremo receio de perder o namorado e 2 duas por muita curiosidade. Esse fenômeno é muito parecido com a síndrome do filme pornô, em que muitos homens obrigam suas esposas a fazer exatamente como as atrizes fazem nos filmes. Outro fato é a forma como são distribuídos os papéis. Por exemplo os gays que são postos como uma figurinha de humor, sem falar que sempre existe uma piada envolvendo uma bichinha. A conclusão disso é que toda proposta lançada pela mídia tem um fundamento especifico, e o engraçado é que muito dessas propostas habitam no interior de boa parte da sociedade ainda hipócrita em vários sentidos, e que nossa sociedade ainda é muito machista, na medida em que a vontade de transformar a mulher em uma figura bissexual surge primeiramente na cabecinha do próprio marido. Logo o puro gosto de se viver uma vida homossexual se transforma em uma potente receita comercial.

A mulher do século XXI...Realmente valorizada?!





Neste novo século o grande ponto das discussões nos âmbitos da sociedade brasileira, se não a mundial, foi a independência ou valorização do sexo feminino. Sejam quesitos como a chefia do núcleo familiar, posicionamento no mercado de trabalho, a liderança nas relações amorosas e até mesmo o agente principal das libertinagens sexuais. Varias pesquisas indicaram que essa valorização do gênero vem se abrangido cada vez mais. Será?
A base da nossa sociedade é, ainda que disfarçadamente, machista. Comecemos pelo crescimento do índice de mulheres adentrando no mercado de trabalho. A maioria delas ingressam em lojas de departamentos ou em qualquer outra profissão onde sua sensualidade seja objeto de cobiça ou sua vulnerabilidade bastante explicita, lembrando que em nosso país a justiça em relação, dentre outras coisas, ao assedio no ambiente profissional simplesmente não existe. Será que ninguém nunca se perguntou por que as mulheres de lojas de departamento usam calças que desenham seu corpo por completo, até mesmo nas lojas de eltro-domésticos e postos de gasolina. A explicação reside em uma mentalidade machista que a sociedade ainda tem. Se por um lado as mulheres se sentem bem em serem atendidas por quem as compreendem, por outro lado os homens adoram uma gostosa os atendendo. Quem não se lembra de uma mulher bonita e gostosa atendendo com um pequeno grau de burrice?! Quem de vocês, mulheres, perdeu uma vaga de emprego para uma mulher bonita ainda que você mais capacitada que esta? Caso você nunca viu... eu já vi, e confesso ter ficado horrorizado com tal atitude dos avaliadores.
Passe a olhar o mundo de forma analítica. Observem as propagandas, as novelas, os filmes ( que usam muito a bi-sexualidade feminina para vender seu produto para sociedade), web sites, resumindo, tudo a sua volta e se perguntem se há uma valorização de fato.
Prefiro partir do pressuposto de que vemos o que queremos ver e ouvimos o que queremos ouvir, com isso não quero dizer que somos tolos ou burros, mas sim, que somos alienados ou direcionados a um senso comum.
Lembrem-se...Mulher não é produto.

Quebrando o mito


Várias culturas tentam explicar não só a mulher, mas os seres humanos em geral, como se houvesse uma formula, uma composição única e invariável de cada ser. Com isso nos rendemos às generalizações, pondo em cada nosso pronunciamento as palavras “toda, tudo e sempre” antes de qualquer coisa, e é justamente isso que ilude, dificulta e frustra o entendimento e as relações entre nós. Devemos analisar cada um de uma forma única e individual quando sozinhos e acompanhados, e coletivamente quando sozinhos e acompanhados também. Trabalhar com hipóteses e possibilidades e nunca com certezas vazias. Pensar no eu em relação ao outro e no outro em relação ao eu. E sempre alertar que o ser é fruto do meio e objeto transformado e transformador do social e que a maioria dos atos giram em torno dos desejos seja sexual ou não. Logo. Tudo é relativo.

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